O Belo e o Monstro – uma crítica infantil

A Bela e o Monstro, para além de filme fetiche para um ror de miúdas entre os 20 e os 40 anos (dessas tenho a certeza – conheço algumas), foi uma animação que nunca tinha levado com os meus olhos em cima. É girito mas para os padrões de hoje nada de especial. Porém, o meu filhote de 4 primaveras tem gasto alguns dos seus neurónios com a peça (é particularmente boa a pô-lo sonolento à noite – o chamado Efeito Eça, como brincávamos na adolescência).

Há um momento perto do fim, em que o monstro sucumbe aos ferimentos. Todos o julgam morto e, de repente, o feitiço desmancha-se e ele surge vivo, na figura de um belo homem, (um pouco ao estilo Brad Pitt/Lendas de Paixão – pois, era a época).

A reacção do meu petiz, com uma cara muito enjoada, tem sido sempre a mesma de cada vez que vê a cena:

Ó pai, ête homem é esquesito.

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